Técnicos explanam sobre o Meio Ambiente na audiência
O técnico da Emater, Cledmar Carneiro fez palestra sobre a cobertura florestal, falando, especialmente, sobre a biodiversidade da Amazônia e o monitoramento tecnológico. Citou também que “a Amazônia é tão cobiçada porque 30% da biodiversidade estão aqui e temos a maior bacia hidrográfica”, destacou...
Durante a audiência pública realizada nesta quarta-feira (1°) no Teatro Municipal de Rolim de Moura para debater a reforma no Código Florestal Brasileiro, que tem como proponente o deputado Luiz Cláudio (PTN), o consultor de gestão ambiental da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Gabriel Lima fez às autoridades e aos produtores rurais locais e de municípios vizinhos, palestra sobre as riquezas de um País: o solo produtivo, a floresta, a fauna e flora, a geração de conhecimento, tudo o que é utilizado na produção dos diversos setores econômicos. Já o técnico da Emater, Cledmar Carneiro explanou a razão da Amazônia ser tão cobiçada e sobre as APPs.
Gabriel Lima explanou sobre as alterações da legislação ambiental no Brasil desde 1934, quando já existia uma forte pressão sobre a utilização da floresta brasileira. Em 1988, a Constituição Federal trouxe nova determinação para o uso racional das florestas visando à qualidade de vida. Outra alteração importante, segundo o consultor, foi a Medida Provisória 1511, que reduziu a possibilidade de exploração de 50 para 20%.
O consultor apresentou dados atuais sobre o desmatamento em Rondônia, comentando que hoje, a tecnologia pode atualizar os dados constantemente. A solução para continuar produzindo e ao mesmo tempo preservando é a adequação com o manejo florestal, a recuperação das áreas degradadas, a 3ª aproximação do Zoneamento Socioeconômico Ecológico e a criação do selo de qualidade (selo Amazônia).
O técnico da Emater, Cledmar Carneiro fez palestra sobre a cobertura florestal, falando, especialmente, sobre a biodiversidade da Amazônia e o monitoramento tecnológico. Citou também que “a Amazônia é tão cobiçada porque 30% da biodiversidade estão aqui e temos a maior bacia hidrográfica”, destacou.
Disse que falar da parte ambiental hoje é muito fácil. “É só sobre o que estão tratando de recomposição das APPs (Área de Preservação Permanente), porque não podem ser exploradas ao contrário da área de Reserva Legal, que pode ter exploração econômica controlada e monitorada. Temos que participar e fazer alguma coisa”, afirmou.
Fonte: ALE/RO – DECOM
